Escoliose

O que é

A coluna vertebral é uma estrutura que deve ser alinhada com o resto do corpo humano de forma a manter um equilíbrio do tronco. Quando isso não acontece e há um desvio em formato de “S” ou “C”, podemos estar diante de uma doença chamada escoliose.

 

Os tipos de escoliose mais frequentes são:

 

Idiopática

A causa da escoliose idiopática não é bem esclarecida, e detém cerca de 85% dos casos. Essa condição possui uma subdivisão que contempla a escoliose infantil (dos 0 aos 3 anos), juvenil (dos 3 aos 9 anos), adolescente (dos 10 aos 18 anos) e adulta (depois dos 18 anos).

 

Ombros e quadris assimétricos e desconforto na musculatura são alguns sinais que auxiliam a diagnosticar escoliose nas crianças e adolescentes.

 

Neuromuscular

O formato em “C” na coluna do indivíduo que possui essa condição é o que a diferencia visualmente dos demais tipos da doença. Essa patologia sucede após problemas neurológicos, como a poliomielite e a paralisia cerebral, por exemplo, deixando a escoliose neuromuscular como sequela.

 

Congênita

A congênita representa cerca de 10% dos casos de escoliose e dá-se devido a uma má formação inata, isto é, que faz parte do indivíduo desde o dia do seu nascimento.

 

Sintomas

Por não possuir sintomas tão incisivos, a escoliose pode tornar-se uma patologia que convive com o indivíduo por um longo tempo, fazendo-o demorar mais para ser diagnosticado.

 

Contudo, existem alguns sinais que podem surgir, e é primordial que você consiga notá-los, com o objetivo de buscar tratamento o mais rápido possível. Confira alguns deles:

  • Cansaço físico extremo nas costas ao ficar um grande tempo em pé ou sentado;
  • Dor na musculatura das costas que pode ser leve ou intensa, variando de acordo com a gravidade da escoliose;
  • Corpo inclinado para um lado;
  • Uma perna aparenta ser menor do que a outra;
  • Um ombro é mais erguido do que o outro;
  • Cintura com aparência desigual.

 

Tratamentos

O tratamento varia de paciente para paciente, uma vez que diferentes indivíduos possuem níveis distintos de escoliose. Portanto os métodos vão desde a utilização de coletes e fisioterapia até procedimentos mais invasivos, como a cirurgia, recurso que visa realinhar a coluna do paciente que possui escoliose com mais de 40 graus de curvatura.

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